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DESEMPREGO TECNOLÓGICO ESTRUTURAL NAS SOCIEDADES PÓS-MODERNAS

Rivaldo Chagas Mafra

Uma morte anunciada para a força-de-trabalho?

Uma rápida história da relação homem-máquina nos EUA ou em qualquer outra nação desenvolvida revela um constante movimento da migração de trabalhadores, deixando funções que a tecnologia lhes tomou e procurando outras que estão sendo criadas (HEIL BRONER prefaciando a obra de Jeremy Rifkin, O Fim dos Empregos).

No início do século XIX, a agricultura era quase que a única atividade produtiva baseada em práticas cultuais desenvolvidas manualmente, por meio de enxadas e pás, e por arados e carroças puxados a cavalos. Nos EUA, por exemplo, do meado até o término daquele século, o surgimento do arado de aço, do trator e da colhedeira mecânica resultou na redução da proporção da força-de-trabalho envolvida na agricultura, de três quartos para a metade total. Ao longo dos últimos anos do presente século, a mão-de-obra envolvida diretamente nas tarefas agrícolas representa apenas 3% da força-de-trabalho total.

O deslocamento dessa enorme massa de trabalhadores deu-se no sentido do setor industrial que, de forma crescente, foi absorvendo a mão de obra disponível, de maneira a representar, nos anos 60 do atual século, cerca de 35% da força-de-trabalho-total.

Entretanto, nos últimos tempos, as novas tecnologias que vêm sendo utilizadas no setor industrial, ao mesmo tempo em que permitiam o aumento da produção de bens manufaturados, reduziam pela metade o número de postos de serviço ofertados.

Um terceiro setor, contudo, o de "prestação de serviços", passou a oferecer crescentes oportunidades de empregos, "salvando" os trabalhadores do devastador desemprego resultante dos avanços tecnológico utilizados na agricultura e na indústria.

Entretanto, a "Era da Informação" chegou, como produto da 3ª Revolução Industrial ou da Revolução Científico-Tecnológica, e com ela uma nova ordem para divisão internacional do trabalho. Na agricultura, na indústria e nos serviços, as tecnologias modernas (informática, telemática, robótica, biotecnologia, gerência cientifica, etc.) estão destruindo postos de serviços. Em 1994, mais de 800 milhões de seres humanos no mundo estavam desempregados ou subempregados (International Labor Organization, 1994). No início, as tecnologias substituíram o esforço físico do trabalho humano, trocando força muscular por máquinas; no presente, com base no computador, buscam substituir a própria inteligência humana, colocando "máquinas inteligentes" no lugar de seres humanos.

Nas primeiras décadas do 3º milênio, a civilização estará se aproximando de um mundo praticamente sem trabalhadores, ou seja, a ERA DA NÃO CENTRALIDADE DO TRABALHO. Uma morte anunciada para a força-de-trabalho? Uma visão retrospectiva aos últimos anos do século XIX permitirá perceber a "máquina" transformada num ícone cultural. Entretanto, suas origens estavam na Idade da 1ª Revolução Cientifica, séculos XVI e XVII, quando a perspectiva medieval de um universo orgânico, vivo e espiritual foi substituída por outra visão de mundo, ou seja, como se ele fosse uma máquina, e a "máquina do mundo" passou a ser a metáfora da era moderna. Descobertas na física e na astronomia, devidas a Copérnico, Galileu e Newton, a criação de um novo método de investigação cientifica defendido por Francis Bacon e o desenvolvimento do raciocínio analítico, concebido por René Descartes, constituíram a base da bordagem reducionista e mecanicista da natureza, prevalente até os dias atuais.

Desse modo, para Descartes, plantas e animais passaram a ser considerados simples máquinas, pois variações biológicas do corpo poderiam ser reduzidas a operações mecânicas e, conseqüentemente, os organismos vivos nada mais eram que "autômatos": "Considero pois o corpo humano como uma máquina", disse Descartes. A substituição dos serem humanos por máquinas estava, assim, apoiada na "inteligência do Iluminismo".

Advertências e previsões, entretanto, à direita e à esquerda não faltaram. MARX fez um prognóstico que o uso de tecnologias de automação terminariam por eliminar completamente o trabalhador. Ele disse "a derradeira metamorfose do trabalho se daria quando um sistema automático de maquinaria finalmente substituiria os seres humanos no processo econômico". Ainda mais, acreditava que essa estratégia conduziria o sistema capitalista a um impasse, pois a imensa massa de desempregados forçaria os salários dos trabalhadores a níveis tão baixos que, como conseqüência direta, existiriam menos consumidores para a compra dos produtos. ENGELS, também, em passagem histórica, advertiu: "o crescente aperfeiçoamento da maquinaria moderna é… transformado numa lei compulsória que força cada vez mais o capitalista industrial a aperfeiçoar sempre suas máquinas, a aumentar sempre mais sua força produtiva… (mas) a ampliação dos mercados não consegue acompanhar a ampliação da produção. A colisão torna-se inevitável".

Em outro extremo da posição do pensamento econômico, KEYNES chega, em sua obra clássica - A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda -, a conclusões que o capitalismo moderno é caracterizado por deficiência crônica da demanda efetiva, o que resulta num permanente desemprego involuntário.

Por outro lado, em plena grande depressão, KEYNES profetizou "estamos sendo acometidos de uma nova doença da qual alguns dos leitores talvez ainda não tenham ouvido falar, mas sobre a qual ouvirão falar muito nos próximos anos - O DESEMPREGO TECNOLÓGICO". "Isto significa desemprego como resultado da nossa descoberta de meios e de economizar a mão-de-obra, superando a velocidade com que podemos encontrar novos usos para a mão-de-obra".

NORBERT WEINER, o pai da Cibernética, no limiar da era do computador, preocupado com as prováveis conseqüências das novas tecnologias de automação, alertou "devemos lembrar-nos de que a máquina automática (...) é o equivalente econômico do trabalho escravo. Qualquer trabalho que disputa com o trabalho escravo deve aceitar as conseqüências econômicas do trabalho escravo".

Assim, a destruição crescente de postos de trabalhos nos diferentes setores da economia levou JEREMY RIFKIN a afirmar. "a idéia de uma sociedade não baseada no trabalho é tão completamente estranha a qualquer conceito que tenhamos sobre como organizar quantidade de pessoas num todo social, que nos defronta com a perspectiva de precisar repensar a própria base do contrato social".

O clamor por trabalhadores melhor preparados

O que fazer, quando o valor marginal da mercadoria força-de-trabalho (estendido a quase todo tipo de trabalhador) no mercado se aproxima de zero? Não mais exploração e sim a inutilização da força-de-trabalho. Um exemplo típico do resultado de estratégia errada tomada pelos trabalhadores perante uma situação até então desconhecida está na atual perda do poder real de barganha dos outrora poderosos sindicatos dos trabalhadores americanos. Sob pressão, por um lado, da comunidade empresarial que defendia o desemprego tecnológico como uma decorrência normal da utilização do progresso científico na economia e afirmava que ele acabaria sendo absorvido por uma economia robusta e, por outro lado, temendo serem acusados de "ludistas", os trabalhadores renunciaram às lutas de negociações coletivas sobre o controle da produção e os processos de trabalho em troca da proposta de retreinamento profissional. Assim, na esperança de que os empregos eliminados pela revolução tecnológica, associação do computador com a máquina automática auto-regulável, seriam substituídos ou mesmo aumentados, apoiaram, politicamente, o estabelecimento da legislação federal do governo norte-americano que criou o Projeto de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos, perdendo sua maior arma - a greve - nas lutas por menores jornadas de trabalho e participação nos lucros das empresas.

Retreinar para que? Eis a questão básica. O Projeto do governo norte-americano apostava na melhoria da educação dos trabalhadores e capacitação profissional para o padrão mundial do emprego. Entretanto, parece má fé ou, no mínimo, ingenuidade, acreditar que um grande número de trabalhadores sem qualificação e semi-qualificados - imagine uma enorme massa de analfabetos! -, trabalhadores administrativos e operários possam ser trinados para os postos de serviço (técnicos de alto nível, cientistas de computação, biólogos moleculares, auditores, consultores, empresários, etc.) da "Sociedade do Conhecimento". Ainda mais, uma reação muito comum em épocas de desemprego é o clamor pelo melhor treinamento dos trabalhadores. Entretanto, numa situação de recessão, o clamor por trabalhadores melhor preparados, como remédio ao desemprego, é, como disse GALBRAITH, "o último refúgio da mente liberal vazia".

A automação em toda a sua plenitude, quer seja diretamente nos processos produtivos ou como ferramenta da gerência científica, tem um único sentido: os ganhos de produtividade e o aumento da lucratividade.

A questão básica (camuflada) não é o problema do desemprego, mas sim a busca incessante das empresas pelo aumento do lucro. Exemplo disto, dão as empresas transnacionais gigantes ao se moverem, incessantemente, através das fronteiras nacionais em busca do aumento do lucro, destruindo postos de serviços em seus países de origem e sem criar, pelas tecnologias poupadoras de mão-de-obra que utilizam, novos empregos nos países periféricos.

Nos próprios países desenvolvidos, a estratégia dessas corporações também não é diferente. Ela está bem explícita no depoimento de um importante executivo de uma das gigantes empresas do setor varejista dos EUA. Eis sua afirmação: "estamos fazendo uma pergunta fundamental - Nossos funcionários estão acrescendo valor (leia-se, "mais valia")? Há, pois um comprometimento extremamente forte para eliminar funções e funcionários que não acrescentam valor". Todos os dias, as gigantescas corporações multinacionais anunciam as dimensões em massa, tornando-as mais competitivas globalmente e conseguindo aumentar seus lucros. Cabe então aqui uma pergunta da escritora francesa VIVIANE FORRESTER, registrada em sua obra O Horror Econômico: "Será útil viver quando não se é lucrativo ao lucro"? "Há, portanto, o perigo de ser visto um grande número de seres humanos supérfluos".

Uma outra face do desemprego global que reforça o desemprego tecnológico é a resultante das políticas monetárias e fiscais dos países emergentes, conseqüência de uma inserção forçada numa economia globalizada. Sob o receituário neo-liberal, os Estados-nação têm aplicado um programa de estabilização da moeda, a curto prazo, de cunho recessivo, baseado na contenção da demanda efetiva, por intermédio das austeridades fiscal e monetária, e de "reformas estruturais", nas quais se destacam a desregulação dos mercados, a liberação financeira, a abertura comercial, a privatização e a eliminação de barreiras ao capital estrangeiro. Enfim, o denominado "Consenso de Washington". Desse modo, as economias nacionais tornam-se, então, fragilizadas ao serem inseridas numa nova ordem da divisão internacional do trabalho, modificada pela globalização financeira e pelo novo paradigma tecnológico.

Segundo o Prof. ALOISIO TEIXEIRA, "as políticas de contenção da demanda efetiva, por intermédio de câmbio fixo e juros elevados, conduzem a um crescente ingresso de capitais especulativos de curto prazo que, por sua vez, acarretam desequilíbrios patrimoniais no setor público". Por outro lado, a própria redução do nível de atividades econômicas, além de criar dificuldades para ampliação da receita tributária, estabelece a destruição maciça de postos de serviços que agora, aliada ao desemprego tecnológico, tornar-se-á um fenômeno estrutural e não mais do tipo conjuntural, comum em épocas de crise do sistema capitalista.

As duas palavras mágicas da atualidade são: eficiência e competitividade. A eficiência passou a reinar sobre o ambiente de trabalho e a vida da sociedade moderna, em função da sua capacidade de adaptação à cultura tanto da máquina quanto do homem. Desse modo, seres humanos e máquinas poderiam ter seus valores medidos em termos relativos de suas eficiências. Ecoa então a pergunta lúcida e profunda da futurista americana HAZEL HENDERSON (Sabedoria Incomum, Fritjf Capra) "Eficiente para quem? Quando se fala em eficiência, é do individuo, da empresa, da sociedade ou do ecossistema?". As empresas estão preocupadas com a lucratividade, diz ela, sem considerarem os custos sociais e ambientais dos processos produtivos. O ar, a água e as reservas dos ecossistemas são bens gratuitos, as "externalidades", que não participando da estrutura de custos das empresas, tornam, por conseguinte, o empreendimento "eficiente".

FRITJOF CAPRA afirma que "o comportamento competitivo tem suas raízes na concepção errônea da natureza, defendida pelos darwinistas sociais do século XIX, que acreditavam que a vida em sociedade deve ser uma luta pela existência regida pela sobrevivência dos mais fortes". Assim, continua CAPRA: "a competição passou a ser vista como a força impulsora da economia, a "abordagem agressiva" tornou-se um ideal no mundo dos negócios e esse comportamento combinou-se com a exploração dos recursos naturais e dos homens a fim de criar padrões de consumo competitivos".

Na realidade do mundo atual de fusões entre corporações industriais, comerciais e financeiras e da interdependência e mobilidade do capital financeiro (especulativo) internacional entre as fronteiras dos Estados-nação, a proposição de eficiência e competitividade significa, no mínimo um eufemismo. Como ser eficiente e competitivo quando, por exemplo, o ataque recente do capital financeiro especulativo às moedas dos países do sudeste da Ásia, enquanto por um lado afetou as políticas monetárias, por outro significou a redução de preços de seus produtos manufaturados que vantajosamente vão disputar o mercado com produtos similares de outros países.

Organização e luta das comunidades por novos postos de serviço e por uma renda social

As características do "desemprego tecnológico" estrutural de um Mundo na Não Centralidade do Trabalho das sociedades do fim do século XX e do 3º milênio, conseqüências da utilização dos avanços científicos no desenvolvimento das forças produtivas e da atual lógica da globalização financeira do capital, são uma ameaça ao futuro da humanidade. Portanto, terá de ser enfrentada, não só por ações de capacitação das pessoas para novos postos de ocupação, mas principalmente, pela organização das comunidades para uma luta política, em busca da participação nos crescentes ganhos de produtividade e lucratividade das empresas e corporações produtoras de bens e serviços de alta tecnologia.

Uma nova concepção da economia é mister, pois o modelo econômico atualmente consagrado tem por base a dependência excessiva de energia, de recursos naturais e o alto investimento em capital e não em trabalho que são inflacionários e provocam desemprego maciço. Muitas são as saídas para uma "nova economia". Sob a concepção do movimento eco-feminista, HAZEL HENDERSON aponta: "o emprego de tecnologias brandas" que não agridam a natureza, citando como exemplo, a utilização de múltiplas formas - eólica, biogás, biomassa, arquitetura solar passiva, células fotovoltáicas - de energia solar".

Por outro lado, as técnicas da agricultura orgânica ou biodinâmica, processos voltados para reciclagem dos resíduos industriais, lixo e dejetos e atividades voltadas para as artes, eventos culturais e lazer constituiriam o cerne de um novo modelo econômico.

Segundo JEREMY RIFKIN, "apenas com a construção de comunidades locais fortes e auto-sustentadas as pessoas em todos os países serão capazes de resistir às forças do deslocamento tecnológico e da globalização do mercado que ameaçam o sustento e a sobrevivência de grande parte da humanidade".

FRITJOF CAPRA, em sua obra A Teia da Vida, aponta os princípios da ecologia que devem ser entendidos e praticados por comunidades humanas sustentáveis: interdependência; natureza cíclica dos processos ecológicos; cooperação; flexibilidade e diversidade. Desse modo, a organização social, política, econômica e cultural de comunidades humanas, estribadas nesses princípios, é o caminho para o surgimento de enorme e variada gama de postos de serviços.

O padrão de organização de uma comunidade humana sustentável deve estar apoiado na interdependência e cooperação entre seus membros e em estratégias de reciclagem, no limite máximo dos resíduos, dejetos, lixo, etc., e todas as atividades econômicas ou não. Por outro lado, a resistência das comunidades humanas sustentáveis às ações externas tem por base a flexibilidade e a diversidade.

O desenvolvimento da consciência de interdependência entre seus membros é elemento decisivo para o sucesso de uma comunidade. Desse modo, o sucesso de uma comunidade como um todo depende do sucesso de cada um dos seus membros, enquanto o sucesso de cada membro depende do sucesso da comunidade.

O exercício da cooperação entre os membros é uma prática fundamental para qualquer comunidade que deseja ser sustentável. Essas mudanças de comportamento significam democracia e poder pessoal, pois cada membro da comunidade desempenha papel importante. Diferentemente do discurso atual que enfatiza a competição, expansão e dominação, a cooperação facilitaria o surgimento de organizações associativistas e cooperativistas, gerando postos de serviços nos diversos tipos de atividades econômicas ou não.

O apoio e o incentivo às atividades, econômicas ou não, que privilegiem a reciclagem de resíduos, dejetos e do lixo em geral, além de contribuírem para a conservação do meio-natural, abrem perspectivas enormes de criação de novos postos de serviços e ocupação para as pessoas do mais alto ao mais baixo nível de qualificação.

Impactos externos sobre as comunidades serão de maiores ou menores intensidades, dependendo do grau da flexibilidade e nível de diversidade. A falta de flexibilidade em comunidades humanas se manifesta como tensão. Administrar um sistema social, empresa ou mesmo uma economia significa não tentar otimizar qualquer variável isoladamente, pois isto levará à destruição do sistema como um todo. As estratégias baseadas no primeiro princípio devem buscar a resolução de conflitos, pois a sustentabilidade da comunidade precisará de estabilidade e de mudanças, de ordem e de liberdade, de tradição e de inovação.

Nas comunidades humanas, a diversidade étnica e cultural é fundamental para a sustentabilidade. É mister que se preserve essa diversidade, com ações que ofereçam oportunidade de participação e de trabalho aos mais diferentes tipos de grupos raciais e às minorias. Isto significará uma comunidade capaz de se adaptar às situações mutáveis, pois a fragmentação em grupos e indivíduos é a fonte de preconceitos e atritos que ameaçam a sustentabilidade da comunidade.

De maneira diferente, estratégias outras exigirão um novo movimento político, baseado na cooperação de comunidades com interesses comuns. Sindicatos, organizações de direitos civis, grupos femininos e organizações de pais de famílias, de justiça social, de religiosos, de bairros devem se envolver na luta para compartilhar da elevação dos ganhos da produtividade e lucratividade das corporações empresariais. A redução da jornada de trabalho, a tributação do valor agregado sobre todos os bens e serviços não essenciais e a redução de incentivos fiscais e subsídios às corporações, principalmente, para aquelas que empregam tecnologias poupadoras de mão-de-obra, entre outras medidas, serão conquistas que permitirão às comunidades não só a criação de novos postos de serviço como também condições para o estabelecimento de uma renda mínima ou salário social (bolsa-escola, por exemplo).

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